Sou turbilhão encarnecido
E dentro liquefeito de desejos
Se me transbordo
Á inundação do teu olhar
Compasso o tempo
Evapora-me em sentimentos
Mas solidifico seu olhar
Que em mim retina
E a ebulição me des-compõe efervescente
Olhar bailante
Me retina onde vago
Achaste abrigo se ocultando em minha pálpebra
Gisláide Sena
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