A VERDADE
Me olha nos olhos, me diz a verdade
Quero ver se tem coragem
De contar tudo que fez
Me olha nos olhos, não seja covarde
É melhor dizer a gora
Ou me esqueça de uma vez
Só não vai chorar depois
Se não existir nós dois
Nessa história de amor
Pois se não dizer agora
Deixo tudo e vou embora
E esqueço o que passou
Não é fácil amar, confiar em alguém
Sei que você bem sabe
Pode a saudade matar, mas eu vou te deixar
Se não falar a verdade.
Olha nos meus olhos e me diz agora
O porquê de agir assim
Tem outra pessoa, fala numa boa
Se não gosta mais de mim
Não sei se é minha culpa
Se for peço desculpas
Pois eu não agüento mais
Eu preciso da verdade
De amor, felicidade
Eu preciso de ter paz
Não é fácil amar, confiar em alguém
Sei que você bem sabe
Pode a saudade matar, mas eu vou te deixar
Se não falar a verdade.
Gisláide Sena
segunda-feira, 20 de julho de 2009
MÚSICA...
Tom e verso, som e eco
A minha voz se destoou completamente
E dos meus poros só exalam poesia
Faltam palavras, falta som, mas tenho tudo
E nesse caos que eu encontro energia
Raio com o Sol, faço poesias para a lua
Só pra testar o meu desejo sem sentir
São frases feitas, ensaiadas noite a dentro
Para tentar ter como alento... Eu te ouvir
Eis o que sou quando estou em sua frente
Canção sem tom,
Rima sem verso,
Me descomponho, sou criança, adolescente
Você é o som
Eu sou o eco...
A minha voz o vento leva e eu não sou nada
Sou mais um som que se dissipa em seu ouvido
Eu não sou carne, eu sou alma eu sou palavra
Pirografada, encarnada em teu livro
Gisláide Sena
A minha voz se destoou completamente
E dos meus poros só exalam poesia
Faltam palavras, falta som, mas tenho tudo
E nesse caos que eu encontro energia
Raio com o Sol, faço poesias para a lua
Só pra testar o meu desejo sem sentir
São frases feitas, ensaiadas noite a dentro
Para tentar ter como alento... Eu te ouvir
Eis o que sou quando estou em sua frente
Canção sem tom,
Rima sem verso,
Me descomponho, sou criança, adolescente
Você é o som
Eu sou o eco...
A minha voz o vento leva e eu não sou nada
Sou mais um som que se dissipa em seu ouvido
Eu não sou carne, eu sou alma eu sou palavra
Pirografada, encarnada em teu livro
Gisláide Sena
quarta-feira, 15 de julho de 2009
LETRA DE MÚSICA
PROCURANDO UMA LUA
Sou tempestade furacão, noite sem estrela sem você
Dia sem sol, peixe sem rio, buscando no frio aquecer
Um coração, um pensamento
Que a todo momento quer te ver
Fico sem rumo, sem destino
Me perco na vida por ai
Busco nas ruas seu sorriso
Quero o paraíso que perdi
Eu sou mais uma pessoa que perdeu um amor a ganhou solidão
Se estou vagando na rua é que eu procurando uma lua... pra minha escuridão
Sou tempestade furacão, noite sem estrela sem você
Dia sem sol, peixe sem rio, buscando no frio aquecer
Um coração, um pensamento
Que a todo momento quer te ver
Fico sem rumo, sem destino
Me perco na vida por ai
Busco nas ruas seu sorriso
Quero o paraíso que perdi
Eu sou mais uma pessoa que perdeu um amor a ganhou solidão
Se estou vagando na rua é que eu procurando uma lua... pra minha escuridão
Composição Musical
VESTIR DE PALAVRAS
As palavras se confundem
No meu ego se difundem
Ao me transformar
Sou o nada sou o tudo
Quando fala fica mudo
A me observar
Não me faltam sentimentos
Está tudo aqui dentro
O que faltam são palavras pra explicar
Vou entrar em teu silêncio
E fazer dele meu som
Plagiar teu sentimento
Em poesia e canção
Vou me vestir de palavras
E me despir pra você:
Meu medo
Meu ego
Entrego
Tudo que quiser ter
Vou me vestir de palavras
E me despir da ilusão
Quem sabe
A verdade
Me abre
A porta do seu coração.
Gisláide Sena
As palavras se confundem
No meu ego se difundem
Ao me transformar
Sou o nada sou o tudo
Quando fala fica mudo
A me observar
Não me faltam sentimentos
Está tudo aqui dentro
O que faltam são palavras pra explicar
Vou entrar em teu silêncio
E fazer dele meu som
Plagiar teu sentimento
Em poesia e canção
Vou me vestir de palavras
E me despir pra você:
Meu medo
Meu ego
Entrego
Tudo que quiser ter
Vou me vestir de palavras
E me despir da ilusão
Quem sabe
A verdade
Me abre
A porta do seu coração.
Gisláide Sena
Com pretenção de virar música...
Pulsação
O meu desejo se aflorou a tua espera
A minha pele entesada se aqueceu
Fui desenhando teu perfil em minha pálpebra
E minha boca em vão buscou teu beijo
Como explicar aos meus sentidos que você é utopia?
Vou derramar em sua taça meu destino
Quero brindar meu gole seco de saudade
E se eu cair embriagada de certezas
Deixe meu grito sussurrar na multidão dos teus sentidos...
Como dizer ao meu desejo que você é pulsação?
Mas hoje à noite... Hoje à noite eu te espero
Sei que tu vens cavalgando na poesia
Jogue teu laço me envolva em teus mistérios
Venha esta noite... Antes que amanheça o dia...
Gisláide Sena
O meu desejo se aflorou a tua espera
A minha pele entesada se aqueceu
Fui desenhando teu perfil em minha pálpebra
E minha boca em vão buscou teu beijo
Como explicar aos meus sentidos que você é utopia?
Vou derramar em sua taça meu destino
Quero brindar meu gole seco de saudade
E se eu cair embriagada de certezas
Deixe meu grito sussurrar na multidão dos teus sentidos...
Como dizer ao meu desejo que você é pulsação?
Mas hoje à noite... Hoje à noite eu te espero
Sei que tu vens cavalgando na poesia
Jogue teu laço me envolva em teus mistérios
Venha esta noite... Antes que amanheça o dia...
Gisláide Sena
Uma Composição Minha
Taça do destino
Declamado
Sou caboclo decidido, nunca temi o perigo
Enfrento o que der e vier
Fiz o meu peito de aço, domo as feras no braço
Em qualquer situação
Já rodei esse mundo afora, deixei marcas da minha espora
E arranquei poeira do chão
Por todo lugar que eu andei uma pequena eu deixei
Suspirando de paixão
Mas pra tudo a vida dá jeito, eu que batia forte no peito
Jurava nunca amar
Levei um golpe certeiro, cabocla de olhar mateiro
Suave como sereno
Voz doce, corpo moreno, fez meu coração disparar
Foi no olhar dessa cabocla, que meu coração se aprisionou
Dedilhei minha viola, com cantigas de amor
Fiz poesia para lua, virei moço comportado
Mas tudo parecia pouco pra ter ela do meu lado
Essa ingrata me maltrata, não enxerga meu amor
Por isso é que hoje eu decidi
Vou entortar o caneco se ela não me quiser
Vou beber até cair,
Mas esqueço essa mulher
Cantado
É nos braços da viola que hoje eu vou cantar a dor
Não tem nota que consola pra falar do um mal de amor
Coração é sofrimento se embriaga de saudade
Traz de volta ao pensamento,
Que me deu por um momento
Essa tal felicidade
Vire a taça do destino que hoje eu tô pra derramar
Sou criança sou menino, tô sem medo de chorar
O brilho dos olhos dela foi pra mim uma prisão
Por vontade acorrentado
Prisioneiro devotado
Hoje está meu coração
refrão
A malvada me maltrata, não enxerga meu amor
Vou beber mais uma taça que o destino preparou
Quero entortar o caneco se ela não me quiser
Hoje só saio do boteco, se esquecer essa mulher
Declamado
Sou caboclo decidido, nunca temi o perigo
Enfrento o que der e vier
Fiz o meu peito de aço, domo as feras no braço
Em qualquer situação
Já rodei esse mundo afora, deixei marcas da minha espora
E arranquei poeira do chão
Por todo lugar que eu andei uma pequena eu deixei
Suspirando de paixão
Mas pra tudo a vida dá jeito, eu que batia forte no peito
Jurava nunca amar
Levei um golpe certeiro, cabocla de olhar mateiro
Suave como sereno
Voz doce, corpo moreno, fez meu coração disparar
Foi no olhar dessa cabocla, que meu coração se aprisionou
Dedilhei minha viola, com cantigas de amor
Fiz poesia para lua, virei moço comportado
Mas tudo parecia pouco pra ter ela do meu lado
Essa ingrata me maltrata, não enxerga meu amor
Por isso é que hoje eu decidi
Vou entortar o caneco se ela não me quiser
Vou beber até cair,
Mas esqueço essa mulher
Cantado
É nos braços da viola que hoje eu vou cantar a dor
Não tem nota que consola pra falar do um mal de amor
Coração é sofrimento se embriaga de saudade
Traz de volta ao pensamento,
Que me deu por um momento
Essa tal felicidade
Vire a taça do destino que hoje eu tô pra derramar
Sou criança sou menino, tô sem medo de chorar
O brilho dos olhos dela foi pra mim uma prisão
Por vontade acorrentado
Prisioneiro devotado
Hoje está meu coração
refrão
A malvada me maltrata, não enxerga meu amor
Vou beber mais uma taça que o destino preparou
Quero entortar o caneco se ela não me quiser
Hoje só saio do boteco, se esquecer essa mulher
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